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		<title>Jota Ferreira. O primeiro olhar.</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 12:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>identidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iris em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Com 40 anos de rádio, desses, 34 dedicados também à TV, Jota Ferreira firmou-se como um dos grandes nomes da mídia pernambucana. Na base de muito esforço, Jota como é chamado, mudou o rumo de sua vida baseando-a na sua paixão pela comunicação. Recifense do bairro do Alto do Mandú, fez o que muitos nordestinos fizeram décadas atrás, viajando para o Estado de São Paulo em busca de melhores condições de vida. Em São Caetano do Sul, enquanto trabalhava como barman em um estabelecimento que ficava em baixo da Rádio Cacique, se esforçava para tentar espaço nesse veículo. “Eu juntava as gorjetas que ganhava para comprar uma carteira de cigarros. Subia para a rádio e fazia uma troca com o locutor. Dava-lhe a carteira e ele me deixava falar a hora”. Seu ingresso definitivo como comunicador se deu na própria Rádio Cacique, que tempos depois havia aberto uma seleção para novos locutores. Jota Ferreira fez o teste e passou. “Naquela época não era preciso ter um curso superior. Bastava ter a voz grave, e saber fazer a coisa”, disse Jota. Depois da Rádio Cacique, Jota trabalhou na Rádio bandeirantes na cidade de São Paulo. No Rio de Janeiro foi locutor no Sistema Globo de Rádio – depois trabalhou na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Na Televisão Jota estreou em Pernambuco em 1974 na TV Jornal, com o programa Blitz Ação Policial. A transição do rádio para a TV ocorreu com muita dificuldade. Muitos profissionais da televisão viam a entrada de Jota de forma desconfiada e preconceituosa. Jota Ferreira decidiu seguir em frente. “O cavalo celado passa, então aproveite porque o próximo não estará celado”, comentou. Para treinar, pedia para a mãe segurar um espelho enquanto ele fingia estar na frente das câmeras. Jota Ferreira foi o primeiro apresentador em Pernambuco a fazer um programa a cores. Apesar de ter trabalhado em várias áreas dentro do rádio e da TV como comentarista esportivo e noticiarista, foi como repórter de polícia que Jota Ferreira firmou seu nome. “Foi algo natural, pois até então não havia pensado nessa possibilidade. Quando menos percebi, eu já estava envolvido com aquilo”. Sempre ligado às comunidades periféricas e dando voz às pessoas que não a tem, Jota tornou-se uma espécie de porta voz do povo. Seja denunciando a violência seja denunciando o descaso do Governo em relação à periferia, como faz agora em seu novo programa na Rede Estação, O Repórter. “O grande responsável por toda essa violência e caos é o Governo, que não tem políticas básicas de saúde, educação, moradia e segurança. Quando há falta disso tudo, o ‘povão’ que não tem para onde ir, tem que se delinqüir”. Por tratar de assuntos polêmicos, Jota Ferreira recebeu inúmeros processos e ameaças de morte ao longo da carreira. Chegou a ter seu carro perfurado a balas em plena avenida Caxangá. “Eu estava dirigindo quando uma moto com dois homens emparelhou com o meu carro – eles tiraram as armas e gritaram: ‘Vai morrer Jota Ferreira’. Eu me abaixei e por incrível que pareça não fui atingido”, lembrou. Em outro caso, desconfiado ao ver duas caminhonetes da Polícia Militar lotadas de presos – decide segui-las até um município na Paraíba. Lá, presenciou a execução sumária dos detentos. Conseguiu gravar, o que depois virou prova para a condenação dos policiais. Um momento que marcou muito a vida de Jota ocorreu ainda em São Paulo, quando foi cobrir o famoso e trágico incêndio do edifício Joelma. “Eu fiquei pendurado por um cabo de aço, narrando a tragédia. Vi muita gente morrer queimada e outras pulando do prédio. Fui porque quis – hoje eu não iria”. Além do homem comunicador, Jota Ferreira já foi vereador do município do Recife no ano de 1982. Na época o vereador mais votado do seu partido (PDS). Foi a através do incentivo do seu amigo, Paulo Marques que Jota decidiu entrar na vida política. Hoje, além de apresentador na Rede Estação, Jota Ferreira é suplente de deputado. Quanto ao futuro da comunicação, Jota é otimista. “Hoje está bem  mais fácil. As pessoas estão se especializando e isso bom. Na minha época não havia faculdade na área ao contrário de hoje. Temos uma safra boa vindo por aí”, porém acrescentou: “Mas deve-se ficar atento. Aquele que quer ser um bom jornalista deve ler muito. Não se escreve bem se não há o hábito de ler”. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com 40 anos de rádio, desses, 34 dedicados também à TV, Jota Ferreira firmou-se como um dos grandes nomes da mídia pernambucana. Na base de muito esforço, Jota como é chamado, mudou o rumo de sua vida baseando-a na sua paixão pela comunicação.</p>
<p>Recifense do bairro do Alto do Mandú, fez o que muitos nordestinos fizeram décadas atrás, viajando para o Estado de São Paulo em busca de melhores condições de vida. Em São Caetano do Sul, enquanto trabalhava como <em>barman </em>em um estabelecimento que ficava em baixo da Rádio Cacique, se esforçava para tentar espaço nesse veículo. “Eu juntava as gorjetas que ganhava para comprar uma carteira de cigarros. Subia para a rádio e fazia uma troca com o locutor. Dava-lhe a carteira e ele me deixava falar a hora”.<span id="more-89"></span></p>
<p>Seu ingresso definitivo como comunicador se deu na própria Rádio Cacique, que tempos depois havia aberto uma seleção para novos locutores. Jota Ferreira fez o teste e passou. “Naquela época não era preciso ter um curso superior. Bastava ter a voz grave, e saber fazer a coisa”, disse Jota.</p>
<p>Depois da Rádio Cacique, Jota trabalhou na Rádio bandeirantes na cidade de São Paulo. No Rio de Janeiro foi locutor no Sistema Globo de Rádio – depois trabalhou na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Na Televisão Jota estreou em Pernambuco em 1974 na TV Jornal, com o programa <em>Blitz Ação Policial.</em></p>
<p>A transição do rádio para a TV ocorreu com muita dificuldade. Muitos profissionais da televisão viam a entrada de Jota de forma desconfiada e preconceituosa. Jota Ferreira decidiu seguir em frente. “O cavalo celado passa, então aproveite porque o próximo não estará celado”, comentou. Para treinar, pedia para a mãe segurar um espelho enquanto ele fingia estar na frente das câmeras. Jota Ferreira foi o primeiro apresentador em Pernambuco a fazer um programa a cores.</p>
<p>Apesar de ter trabalhado em várias áreas dentro do rádio e da TV como comentarista esportivo e noticiarista, foi como repórter de polícia que Jota Ferreira firmou seu nome. “Foi algo natural, pois até então não havia pensado nessa possibilidade. Quando menos percebi, eu já estava envolvido com aquilo”.</p>
<p>Sempre ligado às comunidades periféricas e dando voz às pessoas que não a tem, Jota tornou-se uma espécie de porta voz do povo. Seja denunciando a violência seja denunciando o descaso do Governo em relação à periferia, como faz agora em seu novo programa na Rede Estação, <em>O Repórter. </em>“O grande responsável por toda essa violência e caos é o Governo, que não tem políticas básicas de saúde, educação, moradia e segurança. Quando há falta disso tudo, o ‘povão’ que não tem para onde ir, tem que se delinqüir”.</p>
<p>Por tratar de assuntos polêmicos, Jota Ferreira recebeu inúmeros processos e ameaças de morte ao longo da carreira. Chegou a ter seu carro perfurado a balas em plena avenida Caxangá. “Eu estava dirigindo quando uma moto com dois homens emparelhou com o meu carro – eles tiraram as armas e gritaram: ‘<em>Vai morrer Jota Ferreira</em>’. Eu me abaixei e por incrível que pareça não fui atingido”, lembrou.</p>
<p>Em outro caso, desconfiado ao ver duas caminhonetes da Polícia Militar lotadas de presos – decide segui-las até um município na Paraíba. Lá, presenciou a execução sumária dos detentos. Conseguiu gravar, o que depois virou prova para a condenação dos policiais.</p>
<p>Um momento que marcou muito a vida de Jota ocorreu ainda em São Paulo, quando foi cobrir o famoso e trágico incêndio do edifício Joelma. “Eu fiquei pendurado por um cabo de aço, narrando a tragédia. Vi muita gente morrer queimada e outras pulando do prédio. Fui porque quis – hoje eu não iria”.</p>
<p>Além do homem comunicador, Jota Ferreira já foi vereador do município do Recife no ano de 1982. Na época o vereador mais votado do seu partido (PDS). Foi a através do incentivo do seu amigo, Paulo Marques que Jota decidiu entrar na vida política. Hoje, além de apresentador na Rede Estação, Jota Ferreira é suplente de deputado.</p>
<p>Quanto ao futuro da comunicação, Jota é otimista. “Hoje está bem  mais fácil. As pessoas estão se especializando e isso bom. Na minha época não havia faculdade na área ao contrário de hoje. Temos uma safra boa vindo por aí”, porém acrescentou: “Mas deve-se ficar atento. Aquele que quer ser um bom jornalista deve ler muito. Não se escreve bem se não há o hábito de ler”.</p>
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		<title>O caminhar e o sonhar de Quinha.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:41:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>identidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iris em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinha do tamborete se chama Angela Maria da Silva, nasceu em 20 de agosto de 1966. Tem um casal de filhos e desde criança mora na comunidade do coque no Recife. Terminou o ensino médio e sem conseguir emprego resolveu aprender com o marido a fazer banquinhos que no Nordeste é conhecido como tamborete, palavra adaptada popularmente do francês que quer dizer acento baixo. Por ser uma mulher batalhadora e na luta pela sobrevivência em meio a simplicidade na favela do papelão onde mora, Quinha vende o que faz com as próprias mãos pelas ruas e se tornou conhecida por causa das músicas que canta para ganhar a freguesia, dentre elas: “O tamborêêête óóóia, ainda serve pra sentar, pra conversar, pra namorar, falar de bem, falar de mau óóóiaaaaaaaaa&#8230;”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinha do tamborete se chama Angela Maria da Silva, nasceu em 20 de agosto de 1966. Tem um casal de filhos e desde criança mora na comunidade do coque no Recife. Terminou o ensino médio e sem conseguir emprego resolveu aprender com o marido a fazer banquinhos que no Nordeste é conhecido como tamborete, palavra adaptada popularmente do francês que quer dizer acento baixo. Por ser uma mulher batalhadora e na luta pela sobrevivência em meio a simplicidade na favela do papelão onde mora, Quinha vende o que faz com as próprias mãos pelas ruas e se tornou conhecida por causa das músicas que canta para ganhar a freguesia, dentre elas: “O tamborêêête óóóia, ainda serve pra sentar, pra conversar, pra namorar, falar de bem, falar de mau óóóiaaaaaaaaa&#8230;”</p>
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		<title>Bastidores com Cristina Amaral</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>identidade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iris em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Pernambucana da cidade de Sertânia, começou suas atividades artísticas ainda criança quando fez parte de um grupo jovem e cantava em templos da Igreja Católica, foi convidada a participar da Orquestra Marajoara como vocalista, depois ingressou no Grupo Os Tropicais onde dividiu o palco com Flávio José durante alguns anos. Em 1990 sua carreira solo começava, participa e vence o Festival Recifrevo, em 1991 participa do Festival Canta Nordeste da Rede Globo de Televisão, conseguindo a segunda colocação além de ser premiada como melhor Intérprete com a música &#8220;Cidade Grande&#8221; do poeta Petrúcio Amorim. Cristina recebe convites e participa dos CDs Recifrevoé I e II, junto com artistas consagrados, como Chico Buarque de Holanda, Alceu Valença, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, Geraldo Azevedo, Lenine entre outros, depois participa do CD Forró Brasil, com Gilberto Gil, Dominguinhos, Elba Ramalho, Alceu Valença e outros. Cristina Amaral representou Pernambuco por várias vezes, sempre cantando ritmos regionais viajando em turnês internacionais pela Europa, mais precisamente, Holanda, Projeto Boi Voador, (Caravana do Frevo no Teatro Paradiso) Áustria, Palácio de Schönbrunn, conhecido também como Palácio de Versalhes de Viena, Suíça, Portugal e França, juntamente com Alceu Valença, Antúlio Madureira, André Rio, Elba Ramalho&#8230; Participou também do Festival de Montreux por duas vezes, em 1998 teve uma música sua inserida no CD &#8220;Montreux Jazz Festival&#8221;. Ao longo de sua carreira solo contabilizou vários sucessos nos dez discos gravados, seu mais recente trabalho é o CD e DVD &#8220;A Vida é um Circo&#8221;. O DVD &#8220;A Vida é um Circo&#8221; foi gravado em comemoração aos 25 anos de carreira da artista.No DVD, Cristina contou suas histórias,suas influências que teve na infância e fez uma releitura de seus grandes sucessos com participações dos forrozeiros Petrúcio Amorim,Maciel Melo, Cezinha, Santanna &#8220;o Cantador&#8221;,César Amaral ,além de Elba Ramalho e Geraldo Azevedo.Muitos Artistas do interior tiveram o 1º contato com a Dança,Teatro e Música através dos Circos que percorriam as várias cidades do interior,levando alegria debaixo de suas lonas.Foi assim que aconteceu na infância da Cristina Amaral que despertou para a vida artística,sonhando em ser &#8220;rumbeira mambembe&#8221;. É nesta infância cheia de sonhos circenses que se fez o espetáculo de gravação do DVD com,Palhaços,cuspidores de fogo,malabaristas,palhaços (da CIA CIRCO TRINDADE) e dançarinos. O DVD &#8220;A vida é um Circo&#8221; levou à Praça do Arsenal (Recife Antigo) mais de 10 mil pessoas. Este mais recente trabalho traz ritmos da nossa Região interpretados com o sentimento de quem é parte dela. Este trabalho, como vem fazendo ao longo de sua carreira, evidencia todo o respeito e carinho que Cristina tem pela bela música regional Nordestina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambucana da cidade de Sertânia, começou suas atividades artísticas ainda criança quando fez parte de um grupo jovem e cantava em templos da Igreja Católica, foi convidada a participar da Orquestra Marajoara como vocalista, depois ingressou no Grupo Os Tropicais onde dividiu o palco com Flávio José durante alguns anos. Em 1990 sua carreira solo começava, participa e vence o Festival Recifrevo, em 1991 participa do Festival Canta Nordeste da Rede Globo de Televisão, conseguindo a segunda colocação além de ser premiada como melhor Intérprete com a música &#8220;Cidade Grande&#8221; do poeta Petrúcio Amorim.</p>
<p>Cristina recebe convites e participa dos CDs Recifrevoé I e II, junto com artistas consagrados, como Chico Buarque de Holanda, Alceu Valença, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, Geraldo Azevedo, Lenine entre outros, depois participa do CD Forró Brasil, com Gilberto Gil, Dominguinhos, Elba Ramalho, Alceu Valença e outros.<span id="more-78"></span></p>
<p>Cristina Amaral representou Pernambuco por várias vezes, sempre cantando ritmos regionais viajando em turnês internacionais pela Europa, mais precisamente, Holanda, Projeto Boi Voador, (Caravana do Frevo no Teatro Paradiso) Áustria, Palácio de Schönbrunn, conhecido também como Palácio de Versalhes de Viena, Suíça, Portugal e França, juntamente com Alceu Valença, Antúlio Madureira, André Rio, Elba Ramalho&#8230; Participou também do Festival de Montreux por duas vezes, em 1998 teve uma música sua inserida no CD &#8220;Montreux Jazz Festival&#8221;.</p>
<p>Ao longo de sua carreira solo contabilizou vários sucessos nos dez discos gravados, seu mais recente trabalho é o CD e DVD &#8220;A Vida é um Circo&#8221;.</p>
<p>O DVD &#8220;A Vida é um Circo&#8221; foi gravado em comemoração aos 25 anos de carreira da artista.No DVD, Cristina contou suas histórias,suas influências que teve na infância e fez uma releitura de seus grandes sucessos com participações dos forrozeiros Petrúcio Amorim,Maciel Melo, Cezinha, Santanna &#8220;o Cantador&#8221;,César Amaral ,além de Elba Ramalho e Geraldo Azevedo.Muitos Artistas do interior tiveram o 1º contato com a Dança,Teatro e Música através dos Circos que percorriam as várias cidades do interior,levando alegria debaixo de suas lonas.Foi assim que aconteceu na infância da Cristina Amaral que despertou para a vida artística,sonhando em ser &#8220;rumbeira mambembe&#8221;. É nesta infância cheia de sonhos circenses que se fez o espetáculo de gravação do DVD com,Palhaços,cuspidores de fogo,malabaristas,palhaços (da CIA CIRCO TRINDADE) e dançarinos.</p>
<p>O DVD &#8220;A vida é um Circo&#8221; levou à Praça do Arsenal (Recife Antigo) mais de 10 mil pessoas. Este mais recente trabalho traz ritmos da nossa Região interpretados com o sentimento de quem é parte dela. Este trabalho, como vem fazendo ao longo de sua carreira, evidencia todo o respeito e carinho que Cristina tem pela bela música regional Nordestina.</p>
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		<title>A visão ampliada de Waleska Andrade</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:23:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Waleska  Andrade nasceu no Recife em 18 de outubro de 1977, cursou jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco, casada,  iniciou a carreira de comunicadora na Rádio Universitária AM, depois passou para Rádio Jornal.  Trabalhou na Tv jornal como produtora  repórter e apresentadora,  Passou pela Rede Estação e atualmente apresenta 3 programas, na TV NOVA é o Nova Onda, na Clube que é de Venda de Automóveis e um de entrega de prêmios no estado da Paraíba.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asuatv.com.br/identidade/wp-content/uploads/2011/12/FOTO-WALESKA-01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-69" title="FOTO WALESKA 01" src="http://www.asuatv.com.br/identidade/wp-content/uploads/2011/12/FOTO-WALESKA-01.jpg" alt="" width="648" height="432" /></a></p>
<p>Waleska  Andrade nasceu no Recife em 18 de outubro de 1977, cursou jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco, casada,  iniciou a carreira de comunicadora na Rádio Universitária AM, depois passou para Rádio Jornal.  Trabalhou na Tv jornal como produtora  repórter e apresentadora,  Passou pela Rede Estação e atualmente apresenta 3 programas, na TV NOVA é o Nova Onda, na Clube que é de Venda de Automóveis e um de entrega de prêmios no estado da Paraíba.</p>
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